Século XXI - Novas Solidariedades e Incertezas

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Autor: BRANDÃO, NUNO GOULART
Data de edição: 2009
Idioma: Português
ISBN 9728881487
Descrição

Século XXI - Novas Solidariedades e Incertezas vem ao encontro de múltiplas reflexões teóricas que desenvolvi em inúmeras palestras e leituras, bem como de observações realizadas durante o meu doutoramento em Sociologia da Comunicação, da Cultura e da Educação no ISCTE.

A problemática central desta obra prende-se com as realidade que vivemos no Século XXI, com as novas solidariedades que vamos encontrar mas, também, com as incertezas que fazem parte da nossa modernidade. Vivemos perante um autêntico caleidoscópio de identidades, bem como, de uma evolução das tecnologias face aos modelos culturais e de organização social da comunicação em sociedade. No Século XXI, necessitamos de uma humanização da tecnologia e das suas aplicações, para que o caminho do desenvolvimento assente na valorização da unidade pela diversidade.

 Uma sociedade é, por natureza, um sistema aberto em permanente iintercâmbio com outras culturas, identidades, bem como com outras expressões de comunicação e imagem representadas pelos média. É vital no Século XXI discutirmos o papel dos media como construtores da realidade social. É ainda, no seu cruzamento com a sociedade, como instância de socialização e responsabilidade social.

Neste contexto, esta obra pretende, sobretudo, ter uma atitude reflexiva sobre os problemas actuais da humanidade, sobre o pensamento actual do nosso mundo globalizado e, igualmente, sobre quais devem ser as suas prioridades, solidariedades, mas também incertezas. Por um lado, estamos cada vez mais perante uma economia mais globalizada e, por outro, uma sociedade com menor capacidade de criar processos de socialização, solidariedade e justiça social. Estamos perante, uma efectiva modernidade radicalizada que comanda todo o tempo do Homem. mais precisamente, passamos de um tempo extensivo da história para um tempo intensivo assente numa permanente instantaneidade sem história, onde apenas conta a velocidade das comunicações que dominam sobre o espaço real e sobre a sua produção de sentido.

O sentido no Século XXI não deve, por isso, ser entendido como um dado exterior ao homem mas como uma sua escolha e construção, dentro do respeito pelos seus diferentes valores identirtários e culturais. a nossa modernidade radicalizada deve sentir a unidade como uma verdadeira valorização da diversidade, como fonte de progresso e respeito pelas suas diferentes singularidades. mais precisamente, na defesa de um mundo que se pretende, por outro lado, seja mais próspero e com maiores solidariedades e, por outro, com menores incertezas.

Nuno Goulart Brandão

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